Resenha | Como salvar uma vida, de Sara Zarr

6 comentários
Editora: iD
Páginas: 312
Nota: 5/5
Sinopse: Jill MacSweeney só quer que tudo volte ao normal. Mas, desde que seu pai morreu, ela tem se isolado do namorado e das melhores amigas – de todo mundo que quer apoiá-la. E quando sua mãe decide adotar um bebê, parece que, de algum modo, está tentando substituir um membro perdido da família por um novo. Mandy Madison sabe o que é crescer sendo indesejável – foi criada por uma mãe que nunca pretendeu ter uma filha. Então, quando Mandy fica grávida, a única coisa de que ela tem certeza é que quer uma vida melhor para seu bebê. É difícil saber o que quer para si mesma. Será que ela vai encontrar alguém que se importe com ela? À medida que seus mundos se transformam, Jill e Mandy devem aprender a se desapegar e a se apegar, e que nada é tão fácil – ou tão difícil – quanto parece. Aclamada pela crítica, Sara Zarr mostra uma história tocante, contada a partir de duas perspectivas, sobre os muitos caminhos que podem nos conduzir a um lar.


Resenha

Nunca tinha lido nenhuma resenha desse livro, e confesso que comecei a ler ele por causa da capa. E me surpreendi bastante com a história!

Jill perdeu o pai recentemente, e desde então sua vida está fora do eixo. Se afastou dos amigos e do namorado que queriam ajudá-la. E sua relação com a mãe está bem complicada. Até que sua mãe decide adotar um bebê, o que acaba complicando ainda mais a relação das duas.

Mandy é a garota que irá doar o bebê para a mãe da Jill. Ela morava com a mãe (e o padrasto da vez), mas tinha problemas com ela, a mãe não lhe dava muita atenção. Até que ela viu em um site de adoção aberto que a Robin (mãe da Jill), estava interessada em adotar um bebê. Mandy se interessou em doar o bebê para ela e colocou as suas vontades e exigências e a Robin aceitou.

Robin tinha vontade adotar um bebê desde quando seu marido era vivo, a vontade era mútua, e depois da morte dele ela ainda continuou com a vontade. Mas Jill não consegue aceitar muito bem isso.

E temos Ravi também, um garoto que trabalha no mesmo local que a Jill, e já estudaram juntos, mas Jill não consegue se lembrar. Ele vira um amigo que a ajuda a deixar de ver o mundo preto e branco.

O livro é bem escrito, aos poucos vamos descobrindo os sentimentos e dores de cada um. 

Gostei bastante da história, e o final me mostrou que não podemos nos entregar as dificuldades, porque sempre nos encontraremos com ela na vida, e que devemos tentar contorná-las da melhor maneira possível que conseguimos.

Amei a leitura.

E vocês já leram ele?
Beijos, até a próxima.

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6 comentários :

  1. Olá Anna!
    Eu não conhecia esse livro...
    Pelo que deu para entender da sua resenha, a história gira em torno de um drama na família de Jill que piora quando sua mãe adota um bebê. Parece ser bastante interessante, gostei da proposta do livro.

    Beijos
    http://estantedafer.blogspot.com.br

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    1. Oi Fer!
      A história piora quando a mãe da Jill resolve adotar um bebê. É um tipo de drama familiar que eu ainda não tinha lido nada parecido!

      Bjos

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  2. Oi Anna, também não conhecia o livro. Gostei e pelo que notei na sua resenha vou gostar dele também.
    Bjs, rose

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    1. Oi Rose!
      Depois que ler conta pra gente o que achou!

      Beijos

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  3. Olá.
    Nunca tinha ouvido falar desse livro. A capa é bem curiosa. Acho que eu também leria só por causa disso. Beijos!
    http://ymaia.blogspot.com.br/

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    1. Oi Ygo! A capa foi o que me chamou a atenção primeiramente, depois da sinopse a minha vontade de ler aumentou mais ainda! :)

      Beijos

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