Promessa de Paixão (DeAnna Talcott)

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Leitorada, meus amorees *-*
              Faz tempo que não lanço uma resenha de romance de banca aqui, né? Haha. Pois bem, agora aproveitem, rsrs. Estou aceitando recomendações de romances de banca históricos... quem souber um bom, pode dizer ai nos comentários, ok? 

                                                    Promessa de Paixão
Autora: DeAnna Talcott
Editora Nova Cultura
121 páginas

Sinopse:
Você quer se casar comigo? Nem Bob Gray, um solteirão convicto, podia imaginar que um dia iria fazer tal pergunta a alguém. Mas fez. E, de repente, estava diante do altar com Lya Sinclair. Mas será que foi só o desejo e a vontade de ajudar uma pessoa amiga que o fez dar um passo tão importante? Apesar de saber que Bob só lhe propusera casamento para que ela não perdesse a filha que estava adotando, Lya" Sinclair sentia-se muito feliz. Afinal, Bob Gray, o homem que jamais quisera se casar, ia lhe dizer sim, diante de Deus e dos homens. E, no fundo do coração, Lya guardava uma grande esperança: Bob, um dia, ainda lhe diria que a amava. 

Resenha:
Sim, sim, mais um A Cegonha Chegou para a minha lista de lidos, já não muito pequena. De fato, li quase todos da série; com pouquíssimos chegando a me surpreender e/ou agradar 100%. É aquela ideia, romances de banca contemporâneos, lançados em séries como essa, costumam, sim, terem estórias tão parecidas que você chega a pensar: livro igual, só mudou o nome do autor. E olhe lá. Haha. Pois bem, voltando para o livro em si...

                Lya é uma moça direita (?), desiludida com a vida e decidida à adotar uma criança. Impossibilitada de ter filhos, e querendo distância de novos relacionamentos, ela entra num processo de adoção e já estava com uma bebezinha linda em casa quando... A mãe da menininha recém-nascida decide que quer sua filha de volta, porque (adivinhe) Lya é solteira. Sim, sim; tem todo aquele papo “ah, mas isso não é justo” por parte de Lya, mas parece que a mãe da garotinha está decidida(?).  Convenhamos, a mãe da bebezinha é uma adolescente tão indecisa, que não deve passar menos de 10 horas na rua para escolher um par de sapatos! Porém, como nada podia fazer, Lya só fez aceitar a decisão da adolescente e esperar que ela mude de posição. E é no meio dessa trama que entra o mocinho, o bam bam bam do pedaço, Bob Gray.  Certo, ele não é tão cativante assim.

                Bob Gray é mais um de muitos solteiros convictos. Não solteiro do tipo “solteiro forever, sozinho jamais”, mas um solteiro daquele tipo quase antissocial. Ou seja, há muito tempo que ele não sabe nem o que é conversar mais intimamente com uma mulher, quanto mais todo o resto! Pois bem, ele é marceneiro (?) e chefe de Lya, que trabalha em sua loja de móveis artesanais; e, num dia ao acaso, ele acaba descobrindo da situação de Lya e sua filhinha adotiva. Ele faz birra, tenta não se envolver, mas (puff) acaba é se apaixonando pela sua funcionária! De fato, a relação entre os dois ocorre de forma beeeem lenta e beeeeeeem gradual, apesar de não chegar a ser algo maçante. Agora, o livro fica REALMENTE interessante quando Bob, num impulso, pede Lya em casamento, para que a mesma pudesse ficar com a menina adotada – que ele próprio já começava a considerar como sua filha também.

                Particularmente? Achei muitos diálogos quase que desnecessários. Na verdade, a autora narra tudo muito bem, mas dá para sentir que nem sempre você tem saco para ler uma conversa tão detalhada, como coisas assim:
“- Fez o que ontem?
- Ah, dormi.
- Sério?
-Foi.”

Ok, isso é só um exemplo. E a autora pecou muito em fazer diálogos inúteis para a estória geral do livro, tal qual o dialogo acima. Fora isso, o livro foi bom, com direito à um final quase milagroso. Só não espere cenas quentes... Há nenhuma, ou quase nenhuma, nesse livro, apesar do envolvimento entre os personagens ser até legalzinho. Recomendo o livro para uma tarde especialmente vazia, e se quiser ler algo totalmente sem compromisso.


Nota: 8.5
Ass.: Arine-san

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