O Código da Vinci - Dan Brown

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                                                O Código Da Vinci
Autor: Dan Brown
Editora Sextante
475 páginas


Sinopse:
Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles viram suspeitos e detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica. Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. 

Resenha:
A primeira coisa que me vem a cabeça, quando paro para pensar no livro, é que as pessoas o levam muito a sério. E não é para menos, já que Dan Brown não economizou dados históricos para desmentir grande parte do que nos é ensinado pela religião cristã. Sim, eu freqüento igrejas, e, sim, acredito em Deus; mas isso não quer dizer que concordo com tudo que a igreja em si diz. É óbvio que a Bíblia, principalmente o Velho Testamento, é cheio de metáforas que levamos ao pé da letra... Como a própria criação do mundo. Eu poderia adentrar mais em detalhe, mas, como venho aqui resenhar o livro, digo apenas que tenho minhas próprias idéias e interpretações da Biblia, até porque acreditar cegamente no que a Igreja (lê-se, principalmente, catolicismo) nos diz é o mesmo que querer transformar-se num zumbi religioso.

                Com mais maestria do que eu imaginava, Dan Brown nos dirigi ao mundo cheio de sociedades secretas, conspirações e mistérios. Isso, claro, juntamente com o personagem já conhecido de alguns, o Robert Langdon. Nesse livro, um homem muito importante morre... E o principal suspeito é, exatamente, o pobre do Langdon. Não entendeu?Claro, explico: no local do crime, o corpo se mostra em um estado, no mínimo, estranho... Está em volta de um circulo, nu, com um símbolo desenhado com sangue na própria barriga, e uma estranha mensagem escrita no chão. A mensagem apontava o nome de Langdon, e foi escrita – assim como todos os outros processos que levaram o corpo a estar naquela perturbadora posição – pelo próprio morto. Juntamente à isso, tudo acontecendo sem o conhecimento de Robert, um homem que se auto denomina O Mestre tenta achar uma coisa que irá mudar o mundo, e que era protegida pelo homem morto - aquele do qual Robert é acusado de ter matado – e sua sociedade secreta, O Priorado de Sião. O que O Mestre queria? A Pedra-chave... Para quê ela serve?Isso você só pode descobrir lendo o livro (haha).

                Como não posso falar muito, senão acabará tendo muito spoiler na resenha, resumirei o maximo possível o que tenho a dizer – mesmo que minha admiração pelo livro tenha sido muito grande. Acho que esqueci de mencionar um fator adicional: Robert não está sozinho nessa; há uma mulher, a neta do estranho homem morto, que envereda na tentativa de descobrir onde está localizada a Pedra-chave, juntamente com Robert. E esta mulher é Sophia. Há muitos outros personagens, e todos tem participação ativa na estória. Como os capítulos do livro sempre são pequenos, cada um mostrando a estória no ponto de vista de cada personagem, a estória acaba ficando bem completa, te dando a visão dela por completo – apesar de mistérios persistirem até o ultimo capitulo. É tudo arquitetado com grande poder de narrativa e escrita, e, mesmo as partes em que Robert estava explicando fatores históricos sobre sociedades secretas e etc, o livro não se torna cansativo ou chato. Muito pelo contrario!

                Em resumo, gostei muito, tanto dos personagens como da estória e da narrativa. Mas, é como eu disse, aos cristãos “religiosos demais”, aconselho não ler o livro. Provavelmente, você irá se aborrecer, principalmente após o meio do livro, que é onde Dan Brown começa a falar coisas tidas como hereges (como dizer que Jesus Cristo era um homem normal, ou falar que ele casou-se com Maria Madalena e que teve filhos com ela). É, conspirações e mais conspirações. Mas não acredito que nada disso tenha de ser levado a sério... Isso parte de você. Ninguém é obrigado a acreditar em teorias, assim como Dan Brown não obrigado a acreditar em religião – que também é uma teoria, apesar de tudo.

                Enfim, livro recomendado! Se você quer mistério e ação frenética, sem parar, esse é o livro perfeito. Dificil de você largá-lo, depois de começar a ler... Digo isso porque passei até de madrugada lendo. (haha).

Nota: 10 (Só acho que faltou algo no final... Sei lá. Não sei explicar.)
E Me desculpem se a resenha ficou grande demais (haha)! Me empolguei...
Ass.: Arine-san


12 comentários :

  1. Eu gostei muito deste livro... na verdade o melhor do Dan. Os demais dele são piores, acho.

    Beijo,
    Lariane - Leituras & Devaneios

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  2. A Bíblia é um livro Sagrado e não um Livro Histórico. Muitas pessoas levam suas metáforas extremamente ao pé da letra, há muito misticismo no Livro.

    Eu amo loucamente esse livro *.*
    Serio, é um dos meus preferidos. Dan Brown conduz as coisas com uma maestria incrível. Incrível como ele envolve fatos Históricos com sua estória, meio que encaixando as coisas e fazendo na trama, ter todo o sentido. Ele é incrível na elaboração dos desfechos. Cara, não me caibo de elogios com esse livro e com o próprio autor. Me falta só ler o Ponto de Impacto, mas das outras obras, li tudo e amei. Sou suspeita a falar :P
    Eu diria que esse livro é no mínimo polêmico. E amo uma trama que envolva religião, é um assunto que em muito me fascina.
    Fico muito feliz que tenha gostado. É sempre bom saber que alguém gostou de um livro que gostamos tanto hehe
    Bjão linda, amei a resenha *.*

    -Amigas Entre Livros-

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  3. Oii
    Eu adoro os livros dele, esse é maravilhoso, estou lendo Anjos e Demônios e gostando muito também, o autor escreve muito bem!

    Beijos
    Magia Literária

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  4. Falar de Dan Brown é difícil para mim...
    O caso é que quando li Código da Vinci (o primeiro livro que li do autor), eu quase pirei... achei o cara bom demais. Depois, li Anjos e Demônios e daí era a mesma história - idêntica, só que com um plano de fundo diferente. Li Fortaleza Digital e foi a mesma coisa. Com Símbolo Perdido não foi diferente...
    Então, Dan Brown é um bom escritor, é um excelente pesquisador, mas só sabe escrever o mesmo livro... uma leitura divertida - mas sempre igual ><

    Beijos, Nanie - Nanie's World

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  5. Oi..
    Adorei esse livro quando li. Estou querendo ler de novo...
    Beijos
    *-*

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  6. Esse livro é otimo,na minha opinião o melhor que le ja escreveu.AMEI sua rewsenha beem explicativa e com detalhes,amei muito.

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  7. Gostei do livro. Acho que Daw Bromn é um mestre no estilo de escrita que faz, mas confesso que o estilo - o romance policial - não é o meu preferido.
    Gostei muito mais do livro do que do filme.

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  8. Daw Bromn é sensacional, sem mais. Anjos e Demônios é uma outra obra que deixa qualquer um de boca aberta, me refiro ao livro e ao filme

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  9. Eu gostei mais ou menos do livro. Prefiro o Anjos e Demônios. A resenha está perfeita. Não gostei das insinuações sobre Jesus Cristo (e seu casamento com Maria Madalena e outras coisinhas mais). Mas fora isso, é um ótimo livro.

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  10. Tenho e nunca li :/ Um dia será lido, creio nisso.

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  11. Já assisti o filme, mas sempre opinei que livros são ainda melhores que filmes...por ter gostado tanto do filme, creio que vou amar ler o livro!

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  12. Um dos melhores livros que já li. O autor consegue colocar traços de realidade na ficção chegando a confundir o leitor se o que está sendo lido é real ou não.

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