Um Filho teu (Anne Marie Winston)

Um comentário
Olá, leitoras! Pois bem, mais uma resenha de um romance de banca. Confesso que estou empacada com um outro livro, e não consigo pegar o ritmo da leitura dele! Haha. Ai eu meio que estou assim: avanço um pouco com o livro Xógum, que é o que não estou conseguindo terminar de ler, e, depois, leio um romance de banca. Vamos ver se a resenha de Xógum chega ainda esse mês! Ano passado li 102/104 (não sei ao certo) livros... Mas como estou fazendo o 3º do ensino médio, não sei se terei tanto tempo para ler, então minha meta de leitura desse ano será de 60 livros.
       Por agora, fiquem com mais uma resenha.

                                                    Um filho teu
Autora: Anne Marie Winston
Editora Silhouette Books
192 páginas


Sinopse:

Se alguém tivesse dito a Ryan Shaughnessy que acabaria se casando com Jessie Reilly, sua melhor amiga e a mulher de seus sonhos mais secretos, e que estariam esperando gêmeos, jamais teria acreditado. Mas nem sequer em seus sonhos mais selvagens lhe teria ocorrido que lhe pediria casamento para ajudá-la a cumprir seus sonhos de ter um bebê. No entanto, à medida que se aproximava a data, podia-se observar em Jessie algo mais que uma mudança hormonal. Poderia esperar que algum dia ela o visse não só como o pai de seus filhos, mas também como um marido carinhoso… e um amante apaixonado? Poderia ser o homem de seus sonhos? 

Resenha:
Eu não esperava muito do livro Um Filho Teu, mais por causa da autora do que por outra coisa. Me recordo de ter lido alguma coisa da escritora, apesar de não lembrar exatamente o que, e acho que ela não me agradou muito, no livro anterior. Mas, bem, comecei a ler esse livro, e viajei na estória linda e muito bem elaborada por Anne Marie Winston. Vale a pena ler, mesmo sendo uma estória já um pouco clichê, de melhores amigos se casando porque (apesar de não ser exatamente esse o caso...) a mocinha está grávida.

                Jessie Reilly é uma mulher solitária e muito independente. Tem por volta de trinta anos e é uma mulher que começa a crescer em sua carreira de empreendedora. Apesar disso, ela tem um desejo: ter um filho. O problema é que a parte mais importante da equação que a levaria à ter um bebê, Jessie não possui – que é um homem, claro. Apesar de ser um tanto solitária, ela possui um amigo de infância (um grande amigo, na verdade) e ambos, ele e ela, se falam até hoje. Jessie cresceu em uma família desestruturada, sem um pai, e a mãe não se importava com ela, nem muito menos seus avós – que a criavam; portanto, o mais próximo que ela conheceu de amor familiar, foi com a família de Ryan, seu antigo amigo de infância. Os pais do garoto a tratavam como parte da família, e acho que isso influenciou ela no desejo de ser mãe, já que via o amor que a mãe de Ryan dedicava aos filhos. Por isso Jessie pensou em utilizar de um banco de espermas, e ter seu filho sem casar-se. Ela pediu opinião à Ryan,e nosso mocinho fofo rejeitou completamente a idéia, fazendo Jessie pensar em alguns pontos daquele plano, que, com certeza, não dariam certo.

                Haha, e o que você pensa que nossa mocinha, Jessie, fez? Bem, ela é determinada, desde o inicio do livro, então, não pensaria em desistir de ter um filho... E nem precisou. Ryan se ofereceu para que ela o usasse como pai, desde que ela se casasse com ele – e foi, inicialmente, rejeitado (haha). Mas, pensando melhor, Jessie aceitou, impondo algumas condições, e lá foram eles ter um filho! Dois, na verdade; Jessie ficou gravidade gêmeos!

                Ryan sempre amou Jessie, desde quando eram pequenos, mas, quando ela começou a namorar um outro cara, ele decidiu desistir dela e afastou-se aos poucos. Enquanto Jessie estava longe, Ryan casou-se com outra mulher, uma adorável garota, e logo, depois e uns anos, enviuvou. Agora que Jessie falava em filhos, ele também pensava em como queria ser pai, e por isso ofereceu-se para ser o doador de esperma, desde que se casassem; ele até tentou mentir para si mesmo, dizendo que queria casar com Jessie só porque não suportava a idéia de ver seu filho crescendo sem pai e ele próprio não poder abraçá-lo e amá-lo. Mas é fácil, para nós leitoras, perceber que ele só estava usando uma desculpa para conseguir o que sempre quis: casar-se com Jessie, o grande amor de sua vida. E isso é tão fofo!

                Já Jessie... Bem, ela é contra casamentos, apesar de amar Ryan. O caso é que ela teimou em pensar que seu “amigo” ainda amava a falecida mulher! Há muitas cenas, no livro, que ela entende Ryan de maneira equivocada, pensando que ele olhava para alguém e se lembrava da mulher – por exemplo. Ela via tudo de forma a levar a crer que Ryan ainda amava a tal da falecida, enquanto estava bem longe disso! Mas, no fim, tudo – todos os desentendimentos – se resolvem. E o final é de pasmar qualquer um! Não querendo dar spoiler (e já dando), mas eles têm uma penca de filhos! (haha).

               Recomendo o livro, principalmente para quem gosta de romances de banca no estilo de A Cegonha Chegou. É um livro fofo e muito lindo, com personagens muito bons e enredo cativante. Além de ser bem curtinho. Vale a pena ler.
                
Nota: 9.8 

Ass.: Arine-san

Um comentário :

  1. Oi Arine! :D

    Sua resenha ficou esplêndida! Sério! A estória me lembra algo só que não lembro bem o que... Achei fofinho ele amando ela desde pequena.. Adorei! Fora que fiquei curiosa!

    Beijos
    Lendo de Tudo

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