A noiva da primavera (Debra Lee Brown)

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                                           A Noiva da Primavera
Autora: Debra Lee Brown (Sério... nunca vi nome mais estranho que Debra!)
Editora Nova Cultura 2000
219 páginas


Sinopse:
MARCADO PELO FOGO E PELA TRAIÇÃO, ELE AINDA ERA O LORDE DO CLÁ DAVIDSON!

Escócia, 1208

Gilchrist Mackintoshi precisava se casar com uma jovem do clã Davidson, e rápido, para manter o seu título de nobreza. Foi então que a misteriosa Rachel cruzou o seu caminho... ele a encontrou à margem de um córrego, seminua e quase inconsciente, incapaz de lembrar-se do próprio nome. Quem seria ela? Um inglesa? Um feiticeira?

Rachel conseguiu enxergar além das cicatrizes que marcavam o corpo de Gilchrist. Conseguiu enxergar o coração de um homem apaixonado e sensível. Mas Gilchrist ia se casar com outra, e a identidade de Rachel era um mistério, tornando o amor deles impossível. 

Resenha:
Acalentada pelo meu amor sobrenatural por romances históricos, comecei a ler esse livro sem saber muito bem o que me esperava. A sinopse é um tanto misteriosa, tal qual o livro, e nos vemos presas, desde a primeira palavra da sinopse até as últimas páginas do livro, num mistério estranho. Debra Lee nos leva para um período em que cavaleiros ainda usavam espadas (sem armadura prateada, mas pelo menos nosso mocinho usa uma espada!) e lutavam por sua honra. Esse é meu período favorito. Mas, bem, vamos à estória!

                Gilchristi é um homem marcado por um desastre em seu recente passado. Não faz nem muitos anos, seu castelo pegou fogo, e a maioria das pessoas que estava nele morreram, inclusive o lorde e a lady. Gilchristi sempre foi criado como um filho pelo lorde, e, quando viu o principio do incêndio, tentou resgatar seus pais adotivos de lá de dentro... e falhou. Ao invés disso, conseguiu uma terrível cicatriz que percorria todo seu braço e algumas partes do corpo, e um tipo de depressão; é verdade, ele, que antes fora um conquistador e que estava noivo de uma bela mulher, agora mais se assemelhava á um monstro (segundo ele próprio diz), impossível de ser desejado por uma mulher. Sua noiva o deixou e se casou com um outro homem, e Gilchristi, agora, era o lorde daquele castelo destruído... Bem, se passaram alguns meses, ou anos, e Gilchristi ainda carregava as terríveis cicatrizes da queimadura, e, mais que isso, também o trauma. Ele tenta conseguir o respeito de seus súditos, mas creio que ninguém está afim de seguir um lorde depressivo como ele (haha). Então Gilchristi decidi que vai se casar com uma Davidson e manter seu título nobre... Isso até ele achar aquela estranha e linda criatura, seminua, no córrego. A vida de Gilchristi dá uma reviravolta.

                Rachel perdeu a memória. A única coisa que se lembra é que foi um tipo de curandeira, mas, fora isso, não se lembra mais de nada. Gilchristi resgatou ela, e ele a fascinava, mas ele procurava nem conversar com ela. Ele fugia dela, na verdade! Aos poucos, a Rachel foi lembrando-se de fragmentos do seu passado, e sabia que tinha que ir para um tal destino (que, infelizmente, não lembro o nome, ok? Haha), e Gilchristi queria era que ela fosse mesmo! Que ela fosse e o deixasse em paz com os sentimentos estranhos que ela despertava nele! Ambiguamente, ele não queria deixá-la ir – “quando eu quiser, ela irá”, dizia ele, aquele arrogante, haha. O caso é que Rachel mostrava interesse por ele, e não se importava com suas cicatrizes ou com seu jeito rude. De verdade, ela confessara seu amor à ele muitas vezes, e era evidente sua sinceridade... Só faltava ele aceitar que também a amava e impedir que ela se fosse.

               Há muitos personagens secundários na estória, e todos são muito bons! O interessante foi o vilão... que nem consigo considerar como vilão. O cara era doente psicopata, só podia (haha)! De verdade, a estória, a narração, os personagens... tudo foi muito bem construído pela autora, apesar de eu confessar que Gilchristi é um chato de galocha. Pelo menos o final foi bom, rs. Bem, mas é um romance histórico que vale a pena ser lido.
Nota: 9.0

Ass.: Arine-san

2 comentários :

  1. Adoro um romance histórico *.*
    Com certeza u dos meus gêneros preferidos *.*
    Uau, a mulher fala tantas vezes que ama ele é ele sem acredita?
    Nah... Fala sério homem!
    ashauhsuasua
    É sempre interessante quando os personagens secundários possuem características que destacam :D
    E realmente, o nome da autora é eterno o.O
    BJ!

    -Amigas Entre Livros-

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  2. Adoro histórias que se passam nessa época, e essa parece ser muito interessante. Fiquei bem curiosa, e gostei muito da sua resenha.
    Beeeijos

    Marina Oliveira
    http://distribuindosonhos.blogspot.com

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